World Bank: US$2 billion for Brazil’s Amazon Fund
No commentsThe World Bank’s Latin American Director, Laura Tuck, says Brazil’s Amazon Fund could receive as much as US$2 billion over the next two years.
Banco Mundial apoiará Fundo da Amazônia Diretora para a América Latina, Laura Tuck diz que até US$ 2 bi podem ser liberados
Póznan (Polônia) – O Fundo da Amazônia, anunciado pelo ministro Carlos Minc (Meio-Ambiente) como fonte permanente de custeio para a preservação da floresta amazônica em território nacional, terá financiamento do Banco Mundial.
Ontem, durante a 14 Conferência das Nações Unidas sobre o Clima, Laura Tuck, diretora de Desenvolvimento Sustentável da instituição para a América Latina, anunciou que cerca de US$ 2 bilhões devem ser liberados para o Brasil nos próximos dois anos.
“O dinheiro será empregado em vários projetos. Mas sobretudo nos projetos de reflorestamento e manutenção da Amazônia”, diz ela.
O dinheiro ainda não está disponibilizado. Mas, segundo a diretora, o corpo técnico do banco é extremamente favorável à aprovação do crédito.
“Até o começo do próximo ano, nos reuniremos em Washington para decidir. Mas acredito que, até fevereiro, os financiamentos começam a ser oferecido”diz a diretora. Laura Tuck diz que até US$ 1,2 milhão podem ser disponibilizados de imediato.
“Não colocaremos dinheiro diretamente no fundo. Mas apoiaremos os projetos a ele relacionados”, diz Tuck, acrescentando que terão cobertura projetos de segurança e policiamento da Amazônia, preservação, reflorestamento e eficiência energética.
“Usar melhor a energia significa uma economia grande de recursos”, comenta. ’“Também poderemos ajudar o Brasil em relação aos povos indígenas”, diz ela.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, já havia informou que o governo pretende arrecadar um total de US$ 900 milhões no primeiro ano de funcionamento do fundo que será criado para preservar a floresta amazônica.
A primeira doação ao fundo, segundo Minc, será da Noruega, no valor de US$ 100 milhões. Apesar da participação de outros países, Minc garantiu que a soberania nacional sobre a floresta não será afetada.
O órgão executor será o Banco Nacional de Desenvolvimento Social. Segundo o ministro, os doadores internacionais não terão quaisquer poder de administração do fundo.

